sábado, 3 de abril de 2010

Nº 28

Choram as flores no afã

Quando a ave da manhã

Estremece, cai, esfria?

Chora a onda quando vê

A boiar um irerê

Morta ao sol do meio-dia?

Não chorem!... que não morreu!

Era um anjinho do céu

Que um outro anjinho chamou!

Era uma luz peregrina,

Era uma estrela divina

Que ao firmamento voou!

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