sexta-feira, 2 de abril de 2010

Nº 49

Sou eu! que não esqueci

A noite que não dormi,

Que não foi uma ilusão!

Sou eu que sinto morrer

A esperança de viver...

Que o sinto no coração!

Riríeis das esperanças,

Das minhas loucas lembranças,

Que me desmaiam assim?

Ou então, de noite, a medo

Choraríeis em segredo

Uma lágrima por mim!

Dorme, meu coração! Em paz esquece

Tudo, tudo que amaste neste mundo!

Sonho falaz de tímida esperança

Não interrompa teu dormir profundo!

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