sexta-feira, 2 de abril de 2010

Nº 48

Sabem as noites do céu

E as luas brancas sem véu

Os prantos que derramei!

Contem do vale as florinhas

Esse amor das noite minhas!

Elas sim... que eu não direi!

E se eu tremendo, senhora,

Viesse pálido agora

Lembrar-vos o sonho meu,

Com a fronte descorada

E com a voz sufocada

Dizer-vos baixo: - Sou eu!

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