sexta-feira, 2 de abril de 2010

Nº 44

Um beijo divinal que acende as veias,

Que de encantos os olhos ilumina,

Colhido a medo, como flor da noite,

Do teu lábio na rosa purpurina...

E um volver de teus olhos transparentes,

Um olhar dessa pálpebra sombria

Talvez pudessem reviver-me n'alma

As santas ilusões de que eu vivia!

Nenhum comentário:

Postar um comentário