sexta-feira, 2 de abril de 2010

Nº 47

Soluçou o peito ardente,

Sentiu que a alma demente

Lhe desmaiava a tremer,

Embriagou-se de enleio,

No sono daquele seio

Pensou que ele ia morrer!

Que divino pensamento,

Que vida num só momento

Dentro do peito sentiu...

Não sei!... Dorme no passado

Meu pobre sonho doirado...

Esperança que mentiu...

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