sexta-feira, 2 de abril de 2010

Nº 43

Virgem do meu amor, o beijo a furto

Que pouso em tua face adormecida

Não te lembra do peito os meus amores

E a febre do sonhar de minha vida?

Dorme, ó anjo de amor! no teu silêncio

O meu peito se afoga de ternura...

E sinto que o porvir não vale um beijo

E o céu um teu suspiro de ventura!

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